segunda-feira, 31 de maio de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

Antes sem pipocas, que mal acompanhada

Era suposto irmos ao cinema ver o Robin Hood, eu e a minha irmã, mas os efeitos secundários da bomba de ontem dizem-me que o melhor mesmo é ficar em casa, a descansar.

E é nestes momentos que sinto falta de ter alguém como ele, alguém que não se importasse de ir buscar um balde de pipocas, de o trazer a minha casa e de ficar aqui comigo, em silêncio, a ver um filme em DVD. Mas depois penso que alguém como ele até podia fazer isso tudo, mas certamente faria também o mesmo que ele fez assim que surgissem os problemas a sério. Não, definitivamente abdico de bom grado das pipocas ao domicílio, se nunca mais tiver de passar pelo mesmo.

Finalmente um Sábado sem aulas

Deu para ler, para ver as séries todas da FOX e para pintar as unhas de Capuccino (oferecido pela Rita). Foi um dia produtivo, portanto.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Das Havaianas


Tenho umas iguais às da imagem e até gosto delas. Gosto, essencialmente, daquilo que elas representam.
No entanto, não sou pessoa de andar por aí a chinelar com elas nos pés. As minhas só vêem a luz do dia quando vou à praia ou à piscina, e nem concebo levá-las a outros locais que não estes. Nada contra quem o faz, mas para mim não dá. Se é para usar calçado prático e confortável, uso sapatilhas ou sandálias rasas, que assim como assim sempre se ajustam ao pé, e não há o risco de continuar a caminhar e de as deixar ficar para trás.
Curiosamente (ou não), também nunca olho duas vezes para um homem que faça delas o seu calçado de eleição no Verão.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tem acontecido com frequência

Há dias em que odeio verdadeiramente este trabalho. Hoje é um deles.

Viciada

Tenho o The Sims 2 instalado no meu desktop, juntamente com todas as expansões alguma vez feitas para este jogo. Vai ser difícil convencerem-me a sair de casa nos próximos tempos...

Busted!

Três miúdas giras que se fartam foram apanhadas pelos paparazzi na noite do Porto. As fotos já circulam pela Internet, num conhecido site ligado à vida nocturna. Especula-se acerca da identidade do emplastro lá atrás...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Este dia está a ser estranho

E eis que o dia termina com uma conversa entre mim e o meu pai onde, pela primeira vez na vida, se usaram os termos "preservativo" e "relações sexuais".
Medo, muito medo.

Socorro

Da janela do meu quarto consigo ver um cartaz do Modelo com o frontispício do Tony Carreira.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Meio caminho andado

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Clap clap clap.

Déjà vu

Cinco anos depois, voltam os mesmos conceitos, as mesmas teorias, as mesmas sebentas e livros. Eu bem sabia que um dia esta disciplina ainda havia de me ser útil.

Dormir? Quando tiver tempo, coisa que provavelmente já não irá acontecer esta noite.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O que há em mim é sobretudo cansaço*

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...


Álvaro de Campos

*Eu podia ter escrito isto, mas ele adiantou-se...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Do fundo do coração

Obrigada às meninas que se voluntariaram para ajudar esta família de que eu aqui falei. Tenho andado ausente, mas ao ler os vossos comentários não pude deixar de me sentir assim um bocadinho como a Anne Frank:

"Because in spite of everything I still believe that people are really good at heart."

Eu estou a fazer o que posso, que infelizmente não é muito, por isso, se alguém tiver sugestões ou conhecer outros meios para tornar a vida destas pessoas um pouquinho menos dura, todos os contributos são bem-vindos. Se por acaso houver por aí algum(a) assistente social que nos possa dar uma mãozinha e esclarecer-nos quanto aos apoios de que esta família poderá beneficiar, seria óptimo.

Muito obrigada, mais uma vez, por serem 5 estrelas.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Só isso...


O. C. *saudadinhas*

Aqui também se fala de coisas sérias (e tristes)

Imaginem uma mulher ainda jovem, com uma vida simples e humilde, que um dia, no meio dos seus afazeres domésticos, deu uma queda. Dessa queda resultou uma perna partida, nada de irremediavelmente grave. Mas essa senhora, que não foi, de todo, bafejada pela sorte, foi parar às mãos de um médico pouco competente, e um problema relativamente simples acabou por complicar-se. Passados quase 5 anos praticamente não consegue andar, o que a impede de trabalhar, recebendo uma quantia ridícula de rendimento mínimo.

Como um mal nunca vem só, o marido contraiu recentemente uma infecção numa perna, estando em risco de a mesma lhe ser amputada. Tem uma baixa miserável.
Lá em casa, há ainda dois filhos menores, um deles completamente cego, precisando de muitos cuidados e de apoio especializado.

Recentemente, a senhora mudou de médico e este reconheceu de imediato o erro do clínico que a seguia anteriormente, mas foi o primeiro a aconselhá-la a não fazer queixa, uma vez que - pasmem-se! - a situação poderia prejudicar a qualidade dos cuidados hospitalares que vem recebendo. O conselho era desnecessário: a senhora mal tem dinheiro para comer, não pode pagar a um advogado, e por si só não dispõe de conhecimentos suficientes para apresentar uma queixa.
Foi agora, ao fim deste tempo todo, enviada para fisioterapia, a ver se recupera algum movimento na perna lesionada.

Acabou por ir parar à mesma clínica onde a minha mãe anda em tratamento, e entre um exercício e outro, lá vão conversando. No outro dia, confidenciou-lhe que faltou durante uma semana porque não tinha dinheiro para os transportes (problema entretanto resolvido, já que agora conta com o transporte dos bombeiros da sua área de residência); ontem, disse-lhe que o filho invisual, que não vê a pobreza em que estão mergulhados, lhe pede iogurtes e que ela fica destroçada por não lhos poder dar.
Foi assim que eu tomei conhecimento deste drama que me comove, que me revolta e no qual não tenho conseguido deixar de pensar.

É por isso que já não posso ouvir falar do Papa, nem de quem se dispõe a gastar uma fortuna para o trazer até cá. Mas que raio de mundo é este, que prefere financiar um senhor a quem não falta riqueza e que a ostenta de uma forma insultuosa, e que negligencia totalmente uma família de gente boa, honesta e trabalhadora, a quem uma sequência de infortúnios (que podem acontecer a qualquer um de nós) deixou na mais completa miséria? Como é que as pessoas conseguem enfeitar as varandas com bandeirinhas hipócritas, sabendo na porta ao lado há tanto sofrimento que podia ser minimizado? Porque é que toda a gente quer oferecer coisas ao Papa, mas ninguém oferece nada a esta família?

Me too

terça-feira, 11 de maio de 2010

Foi só chapa

Um dia, no trânsito, espeto-me no carro da frente.
Hoje foi o dia.

O esgotamento físico e mental dá nisto.

O Garfield é o meu alter ego

A arder em febre, mas mesmo assim com um apetite (demasiado) saudável. Nem o facto de ter jantado para lá de bem me impediu de deitar o dente a um pacote de m&m´s de amendoim e a uma sanduíche bem recheada. Sou uma fraca!

domingo, 9 de maio de 2010

Dear octopus

Aqueles que nos amam não são os condescendentes, nem aqueles que nos dizem sempre aquilo que queremos ouvir; os que nos amam são os outros, os que nos chamam à razão, os que nos dão uns valentes safanões e nos fazem acordar para a vida. E eu estarei sempre cá, para pôr os teus dramas em perspectiva e te fazer sentir deste tamanho, como ontem à noite. Nem precisas agradecer.

Para reler sempre que sentir que a vida é injusta comigo

Há gente que não tem o que comer. Há gente doente, a precisar de tratamento, que deixa de ir ao médico porque não tem dinheiro para os transportes. Há gente que se morrer, ninguém vai dar pela sua falta. Há gente boa, que merecia ser feliz, e que carrega fardos que nenhum ser humano, por pior que seja, deveria ter de carregar.

Quando me contam casos destes, alguns deles bem próximos de mim, percebo o quão ridículo é eu estar a lamentar-me da minha vida. A sério, eu merecia mesmo um par de estalos por cada vez que me queixei.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O que vocês querem sei eu!

Acho piada àquelas pessoas que insistem em dizer que estão cansadas, e mal-dispostas e não sei mais o quê, mas que depois falam de tudo e mais alguma coisa à cadência de uma metralhadora a disparar contra o inimigo. Não me venham cá com tretas, se estivessem assim tão mal, apreciavam o silêncio, que é uma coisa muito bonita.

Pouco dotado do ponto de vista intelectual

Há aqui uma pessoa que me envia sempre os e-mails com o seu próprio conhecimento. Será que não sabe que há uma pasta onde os itens enviados ficam guardados?

Potter geek strikes again

quarta-feira, 5 de maio de 2010

E deve ser inconstitucional

Como o trabalho e a pós-graduação não são suficientes para me impedir de pensar em certas e determinadas coisas, eis que surge a ideia de me candidatar a um mestrado. É possível que venha a sucumbir ao cansaço, mas pelo menos assim sempre afasto completamente a hipótese de ter tempo para planear algum tipo de atentado contra a minha vida (kidding).
Ora então tudo muito bem, até chegar àquela parte do formulário de inscrição em que me deparo com o seguinte cenário:

(…)
- Nome (obrigatório)
- Morada (obrigatório)
- Sexo (obrigatório)

Damn it! Então se neste mestrado o sexo é obrigatório, nem vale a pena perder tempo a candidatar-me!

Smells like the 90's

Porque já fui muito feliz ao som desta música, já pulei muito, já ri muito. E porque ainda hoje continua a ser um bom antidepressivo.

Go Blur!


E este vídeo, completamente disparatado... Já não se faz disto hoje em dia!

Nem a dormir

Estava a ter um sonho em que eu era de novo feliz, mesmo muito feliz. Mas depois as desgracinhas começaram todas a acontecer e o sonho tornou-se um pesadelo, porque ficou tal e qual a minha vida quando estou acordada.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Potter and the City

Acho que já lhe falei

Um dia vais achar que já não faz sentido ir à Queima.

Quando esse dia chegar, não lhe fales.

Baby steps

Nestes últimos dias, a realidade caiu-me em cima com uma violência tal que me fez recuar cada passo pequenino que eu já tinha conseguido dar em frente. Hoje, enxuguei as lágrimas e voltei a deitar pés ao caminho.