domingo, 30 de janeiro de 2011

sábado, 29 de janeiro de 2011

A pura da loucura no Sábado à noite

12 das últimas 24 horas foram passadas numa sala de aula mal ventilada, com uma professora que pensa que por ser muito velha pode dizer e fazer o bem lhe apetece, a ouvir falar de um tema de que não gosto particularmente. Sei que um dos meus projectos para este ano foi tentar ser mais sociável, mas hoje só me apetece mesmo a minha cama e "O Nome da Rosa", que está pousado na mesa-de-cabeceira. Outros fins-de-semana virão, se Deus Nosso Senhor quiser.

Gossip Girl

Vi, tentei gostar e não consegui. Lamento, mas dentro do estilo teenage drama, o meu coração estará sempre ocupado pelo O. C. e pelo Seth Cohen.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Sou altamente impressionável, ok?


Esta mensagem intimida-me. Devo esperar exactamente o quê de um blog assim? Pilas e/ou pipis escarrapachados por todo lado? Cenas chocantes de homicídios violentos? Na dúvida, talvez seja melhor clicar antes no "Não Pretendo Continuar"...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Do exame de hoje

Tinha 5 perguntas. E eu fiquei com a nítida sensação de que respondi o mesmo em todas elas. Sou muito boa com sinónimos, eu.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

♥ morangos

Declaro oficialmente aberta a época dos morangos neste blog.

Presidenciais 2011

Dei-me ao trabalho de sair de casa com um frio desgraçado, de dar várias voltas à procura de um lugar para estacionar e de enfrentar aquela confusão toda só para meter na urna um bilhete de voto em branco. Foi o meu protesto pelo país que temos, um país que a partir de Outubro me vai fazer pagar todos os meses €310 de Segurança Social (isto fora a retenção na fonte para o IRS, que me leva quase outro tanto) e que não me dá sequer direito a subsídio de desemprego, caso a vida profissional venha a dar para o torto. Se muda alguma coisa? Não. Mas pelo menos, ao contrário de todos aqueles que se abstiveram, mostrei que ainda acredito na democracia e que o meu problema é exclusivamente com os candidatos em questão: faltam-lhes cojones para pôr travão às loucuras deste governo.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

São pelo menos seis

O primeiro, de há já dez anos atrás, do IOL. O do Hotmail, criado logo a seguir, para forwards de anedotas e PowerPoints catitas e para aceder ao messenger. O do Gmail, que é aquele que mais uso. O do blog. O da faculdade, que odeio porque corresponde ao meu número de aluna, que ainda não fui capaz de decorar. O do trabalho, que consulto só e apenas em dias úteis.
Com tantas caixas de correio e tão pouco tempo para as abrir a todas diariamente, estava bom de ver que alguma coisa ia acabar por me escapar.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

E a primeira directa do ano vai para...

... 19/ 20 de Janeiro! São dois palitos para os olhos e uma caneca de chá verde bem forte, se faz favor.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

hum hum

Sabemos que a nossa irmã anda a passar demasiado tempo na blogoesfera quando nos elogia com comentários do tipo "com essa roupa pareces mesmo a Blonde Salad".

Assim não vale

Agora que eu estava decidida a vir-me embora (nem que fosse para o desemprego) atribuem-me uma nova função, da qual gosto infinitamente mais. Foi um golpe extremamente baixo, já que começo a perder a motivação para enviar currículos para outros sítios.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Corações de Viana (a.k.a. "brincos de ir cantar o fado")

Cheira-me que estes meninos vão acabar por transformar os meus furos das orelhas em rasgões, de tão pesados que são...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Época de exames

Mas onde é que eu estava com a cabeça quando me meti num mestrado sem antes ter terminado a pós-graduação que já estava a fazer? Agora não sei para que lado me hei-de virar (para os dois é impossível).

Marchesa. What else?

Ainda nem vi bem os outros modelitos dos Golden Globe Awards e já tenho um preferido. Se calhar a minha irmã tem razão, e eu nestas coisas sou mesmo como os perus, que vão sempre na direcção de tudo o que brilha e cintila...



Olivia Wilde*

*Sim, é a 13, do House MD.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Eu já gostava deles antes de toda a gente

Eu também queria muito ir ao Alive ver os Coldplay, mas calha numa 4ª feira, dia de labuta, e parecendo que não, ainda moro a uns 300 km de Oeiras. Estou a ver o caso muito mal parado.

Conclusões dos últimos dias

- Desde 5ª feira a alimentar-me exclusivamente de sandes, comida do McDonalds, pizzas e chocolates. Agradeço a Deus o facto de a minha mãe regressar hoje e espero não ter de fazer análises ao colesterol tão cedo.

- Não consigo dormir numa cama por fazer. Tenho mesmo de a fazer, nem que seja para logo de seguida me deitar e desfazê-la de novo.

- Sou o tipo de pessoa que prefere fazer torradas com pão de ontem do que vestir-se e ir lá abaixo comprar pão fresco.

- O meu carro está a passar de cinza prata a cinza rato, à custa de tanta sujidade.

- Afinal fico bem de lábios fuschia.

- Vamos a  Edimburgo (tenho um fraquinho pela Escócia desde os tempos do Braveheart). Viva os kilts e as gaitas de foles.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Always look on the bright side of life

Se estou bem? Não totalmente, mas há precisamente dois anos atrás estava pior. E no ano passado também.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Falta-me método

Entro e saio da dieta conforme me apetece. Ai agora não tenho fome? Pois então proclamo a Deus ao mundo que estou de dieta e só como uma sopa e uma peça de fruta. Agora apetece-me um sundae de caramelo do McDonald’s? Time out no controlo das calorias, que afinal de contas também não estou nenhuma lontra, e a dieta não precisa de ser assim tão rigorosa. Há uns chocolatinhos novos em casa? Mais uma pausa, que alguém tem de ser a primeira a prová-los, para poupar a família a uma experiência desagradável no caso de não prestarem. Já estou saciada de porcarias? Ok, a dieta volta a estar de pé. A mãe fez uma pizza deliciosa? Seria uma desconsideração trocar pizza caseira, que tanto trabalho dá a fazer, por uma simples salada, que se prepara em 5 minutos. Já não caibo nas minhas calças preferidas? Pronto, agora já chega, vou mesmo fazer dieta, que não tarda nada estou uma potencial candidata ao The Biggest Loser português.

E todos os dias a história se repete…

Nada de bom acontece em Janeiro

Janeiro tem um longo curriculum no que toca a trazer-me coisas más. Se pudesse, apagava-o do calendário.

Se calhar devia hibernar

Para mim o frio é altamente incapacitante. Sou muito mais produtiva quando está calor.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Malta da publicidade,

Já toda a gente desfez a árvore de Natal. Toca a atacar com a campanha do Dia dos Namorados.
Como é que é mesmo aquela expressão? Malhar no ferro enquanto ele está quente, ou qualquer coisa assim parecida.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

MEC

Juro que tentei ler aquele livro que adjectiva o amor com uma palavra que também pode ser o particípio passado de um verbo sinónimo de copular, mas não consegui passar da página 64. Fiquei sem entender o culto que se criou em torno dele.

Tu também

Quando alguém que já não vemos há muito tempo nos diz que estamos bonitas, isso significa exactamente o quê? Que antes estávamos feias?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Objectivos para 2011

Nunca os escrevo e depois esqueço-me deles e não tenho forma de avaliar se o ano correspondeu ou não às expectativas. 2011 vai ser diferente. Aqui ficam, para posterior balanço, elencados aleatoriamente:

- Mudar de emprego. 
Quero um emprego onde efectivamente percebam o meu potencial e me valorizem. Quero gostar mais do que faço, ter desafios e perspectivas de progressão na carreira. Já agora, era importante ter também um salário proporcional à qualidade do meu trabalho, que para explorada já bastou até agora.

- Trabalhar menos.
Um emprego é capaz de ser suficiente, não? Uma vez que um dos projectos em que eu participava terminou no final de Dezembro, acho que vou aproveitar e vou desistir do outro. Afinal de contas, o dinheiro não é tudo na vida e eu quero ter tempo para viver e fazer outras coisas.

- Ler mais e ir mais vezes ao cinema.
Na sequência do anterior.

- Ser mais sociável e não recusar convites para sair.
Não fiz votos de clausura, logo não há necessidade de agir como tal.

- Fazer voluntariado
Dar um pouco de mim aos outros, quem sabe ajudar alguém que esteja a passar pelo mesmo que eu passei e que não tenha a sorte de ter o apoio que eu tive.

- Filiar-me no meu partido político.
Tenho isto em mente desde os meus 18 anos, não vou adiar mais.

- Emagrecer pelo menos 4 kg
Isto se não engordar ainda mais, o que logicamente inflacionará o peso a perder.

- Viajar mais
Londres é ponto assente, só falta decidir a data. Outros destinos estão a ser negociados.

- Terminar a pós-graduação
Se tudo correr como previsto, será já no fim de Janeiro.

- Ter um bom aproveitamento no mestrado.
Sim, "bom aproveitamento" é algo muito subjectivo, mas de facto não me quero aqui comprometer com um valor exacto, para depois, no final do ano, não ter motivos para me auto-flagelar.

- Saúde
Ok, é mais um desejo do que um objectivo, mas porque sei o que é tê-la em risco e viver com o coração nas mãos, é o que mais ambiciono, não só para mim como para a minha família e amigos.

- Ser mais pontual e gerir melhor o tempo.
Tenho um problema grave de horários e de procrastinação. Dizem que a coisa já não tem remédio, mas a ver vamos.

Acho que não me esqueci de nada. Era para acrescentar aqui o item "fazer a depilação definitiva", mas achei que destoava no meio dos restantes...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A diferença que faz

Dia normal de chuva: ao caminhar pela rua, perscruto o chão à procura das poças de água, para me desviar e manter os pés secos. Fico furiosa quando acerto numa.

Dia de chuva em que uso galochas: ao caminhar pela rua, perscruto o chão à procura das poças de água, para chapinhar em todas elas, desdenhar da possibilidade de molhar os pés e assim sentir que valeu a pena o investimento. Fico furiosa quando falho uma.

Não me lembro de cá a Rua Sésamo ser tão fixe



- Princess Zoe, who were those guys?
- Those guys? They're my royal musicians. I think they call themselves THE SPIN DOCTORS.
- Ohhhhh!

Como diz?

"Não gosto muito de me divertir."

Dá gosto ter colegas de trabalho assim.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Cromos 2010

Aos que me tentaram prejudicar.
Aos que me irritaram e tiraram do sério.
Aos que me fizeram chorar.
Aos que contribuíram para o agravamento do meu estado emocional.
Aos que pensavam que eu não me sabia defender.
Aos que de alguma forma me subestimaram.

A todos eles, uma sentida mensagem de ano novo:

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

2010 - O balanço

Tive muitas dores e aprendi a viver com elas. Tive muita febre, muito frio e em pleno mês de Junho continuei a precisar dos aquecedores ligados. Passei o ano permanentemente cansada, perdi a conta ao número de vezes que me picaram. Muitos químicos, mais de 2000 de comprimidos. Vi o meu cabelo cair às mãos cheias e estava já a pensar ver as cabeleiras postiças quando, inexplicavelmente, a queda parou. Fraco, ralo, mas acabou por se aguentar. Ao contrário de todas as previsões, engordei.

Chorei muitos dias. Chorei sozinha e acompanhada, chorei em casa, no carro, no trabalho e no hospital. Na maior parte das vezes, foram lágrimas de tristeza e de desespero, mas no meio dessas também houve lágrimas de alegria.

Vi terminar uma relação longa e conturbada, mas na qual eu confiava plenamente, e percebi que gostava mais dele do que alguma vez imaginei. Fiquei sozinha pela primeira vez desde que me entendo por gente, e logo na fase em que mais precisava de companhia.
Tive a certeza de ter a melhor família do mundo, que me mimou e me protegeu muito. Tive muitos acessos de fúria, sofri muitas flutuações de humor, fui injusta e mesmo assim a minha família esteve sempre lá, incansável e tolerante.

Tive crises de ansiedade, medo e uma depressão. Tive fé e acreditei. Festejei as vitórias que fui tendo, os resultados dos exames que foram chegando.

Lambi as feridas e decidi que não seria um caso digno de pena, e em vez de fazer o mais comum, deixar de trabalhar durante esta fase, abracei ainda mais projectos. Não procurei nada activamente, mas quando recebi as propostas, senti que não as podia recusar. A minha mãe quase enlouqueceu de tanta preocupação. Tive muitos dias de trabalho que duraram mais de 12 horas, em que chegava a casa a chorar de cansaço, cheia de febre, mas não desistia e no dia seguinte lá estava eu outra vez. Apesar de tudo, fui sempre uma boa profissional.

O síndrome da super-mulher fez-me inscrever-me numa pós-graduação. Passado uns meses, levou-me a candidatar-me a um mestrado, sem grandes perspectivas de ser seleccionada, dado o elevado número de candidaturas. Entrei numa das posições cimeiras e aconselharam-me a não fazer a matrícula. Senti isso como um desafio pessoal e em Setembro dei por mim a braços com um trabalho a tempo inteiro, colaborações assíduas em dois projectos diferentes, uma pós-graduação, um mestrado e um tratamento super agressivo e cheio de efeitos secundários.

Participei numa conferência e recebi muitos elogios da plateia. Perdi a conta ao número de directas que fiz, por motivos de trabalho ou de estudo e a minha vida social nunca foi tão pobre. Saí algumas vezes, com dose reforçada de analgésicos, mas no pouco tempo que tive livre preferi ficar sozinha. Descobri que não estava preparada para deixar ninguém aproximar-se e que tinha arame farpado à volta do coração.

Acabei o protocolo de tratamento da mesma forma que o comecei: a chorar. Não fiz a festa que pensava fazer. Duas semanas depois, fui a Barcelona. Diverti-me muito, andei mais quilómetros nesses dias do que em todo o ano. Voltei com vontade de lá voltar.

Fui poucas vezes ao cinema, li menos do que gostaria e não fui a nenhum concerto. Conheci pessoas novas, algumas delas à custa deste blog. As minhas olheiras tornaram-se crónicas.
Ajudei algumas pessoas, tornei-me mais sensível e sofri com o sofrimento dos outros. Fartei-me do meu trabalho e só não me vim embora por teimosia.

No Natal, não tive tempo de passear na Baixa e nos shoppings, pelo que não pude discutir a qualidade das iluminações. Os presentes foram comprados à pressa, mas não com menos amor.
O ano acabou sem eu estar preparada, convalescente de uma gripe à moda antiga, e com um défice de sono muito grande. Não comi passas, mas pedi desejos. Brindei com Champomy e beijei a minha família.

Apesar do que possa parecer, já tive anos piores.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz ano novo!


Aguarda-se para breve o balanço do falecido 2010 e os desejos para este novo ano, que ainda não tive oportunidade de partilhar.