terça-feira, 30 de março de 2010

Quase nos 8

E ontem, na caixa do correio, não havia só publicidade e contas para pagar. Perdida lá pelo meio, estava também uma carta dirigida a toda a família, com um convite que fez as nossas delícias.


(clicar na imagem para aumentar)

Não ficaremos o fim-de-semana todo, mas lá estaremos na sexta-feira, para lhe cantar os parabéns. Afinal de contas, quem é que consegue resistir a um convite destes?

domingo, 28 de março de 2010

E eu subscrevo


So, you want a heart. You don`t know how lucky you are not to have one. Hearts will never be practical until they can be made unbreakable.

The Wizard of Oz

sábado, 27 de março de 2010

Insanidade

8 horas de aulas. Num Sábado. Não aprendi nada de novo. Onde é que eu estava com a cabeça quando me inscrevi nesta maldita pós-graduação?

sexta-feira, 26 de março de 2010

Facto científico

No trânsito, a probabilidade de apanharmos à nossa frente um domingueiro/ aluno de uma escola de condução é directamente proporcional à pressa com que estamos no momento.

E é por causa desta lei irrefutável que uma rapariga pacata, de boa índole, nascida e criada dentro dos preceitos da religião católica, quando já vai 20 minutos atrasada e ainda dá por si a parar num semáforo amarelo e a circular a 30 km/h, se torna capaz de dizer um chorrilho de asneiras com potencial para fazer corar o mais selvagem dos marinheiros.

Se ao menos houvesse uma forma mais prática de comunicar...

Hoje, pela primeira na vez na vida, recebi um telegrama. Yap, um telegrama, leram bem.

Agora dêem-me licença, que estou com pressa. Ainda tenho ali umas contas para fazer no meu ábaco, e os magníficos cavalos que puxam o meu coche não se alimentam de ar e vento. A propósito, há por aí alguém que me queira vir ajudar a apertar o espartilho? É que hoje dei folga à minha aia...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Conhece-te a ti mesmo*

Afinal também tenho um instinto de auto-protecção e auto-preservação, como os restantes seres vivos. Nunca lhe dei muito uso, mas ontem percebi que ele estava cá.

*Sócrates (o da Grécia antiga, claro está)

Como Treinares o Teu Dragão

Adivinhem lá quem é que vai assistir a este filme com um bloquinho de notas na mão...! Isso mesmo: o tio Jesualdo Ferreira!

terça-feira, 23 de março de 2010

Podiam cingir-se à família Carreira

Irrita-me solenemente ver a TVI a usar as músicas de que eu gosto para publicitar aquelas telenovelas rabetas, como está a acontecer com a "You´ve got the love" dos Florence and the Machine.

Porque há frases que merecem ser lidas (e séries que merecem ser vistas)


"A heart is a fragile thing. That’s why we protect them so vigorously, give them away so rarely and why it means so much when we do. Some hearts are more fragile than others. Purer somehow. Like crystal in a world of glass, even the way they shatter is beautiful."

Cismas

Desconfio sempre daquelas pessoas que escolhem "Os Maias" para livro preferido. Fico sempre com a sensação de que tiveram de gramar com ele no 12º ano e que desde então nunca mais voltaram a ler nada.

segunda-feira, 22 de março de 2010

My chicken soup for the soul #5

O Crunchie, da Cadbury. E é tão bom chegar a casa e encontrar um à minha espera, pousado estrategicamente na mesinha-de-cabeceira.

Há vida além da bola

Sou portista e o meu humor anda pelas ruas da amargura. Mas estes dois factos não estão, de forma alguma, correlacionados. Com tanta coisinha ruim a acontecer na minha vida, eu ia lá dar importância a um jogo de futebol? Por favor...!

A sabedoria da diva

domingo, 21 de março de 2010

Marco a assinalar


Caso tenha passado despercebido, no post anterior eu disse que hoje usei all star, as minhas all star cor-de-rosa. E foi a primeira vez em 2010, que eu sou uma moça convencional e para mim o calçado de lona não se coaduna com os rigores do Inverno.

Pronto, era só para que percebessem o quão primaveril eu já me sinto.

Ela adora-me. É esse o problema.

A minha cabeleireira é uma querida e uma excelente profissional. Trabalha num salão daqueles todos fancy, em que um simples corte de cabelo custa os olhos da cara, mas atende-me sempre no salão que montou em casa, na garagem. O mesmo trabalho, com os mesmos produtos, mas por um preço bem mais barato. E com hora marcada mediante a minha disponibilidade.
Tudo seria perfeito, se ela não se tivesse convencido de que eu sou maluca por penteados cheios de cachos, caracóis e volume, suportados por uma quantidade intoxicante de laca. De facto, quando ela me penteou assim para ir a um casamento, eu até gostei de me ver, e gabei-lhe bastante o trabalho. Estava bonito para o fim específico a que se destinava: uma festa. Agora, sempre que lá vou, ela esforça-se tanto por me ver contente que insiste em repetir a obra-de-arte, sem me levar nem mais um cêntimo por isso. E por muito que eu peça (suplique, implore, vá!) um cabelo básico, esticadinho, ela não me deixa vir embora sem ser com um penteado super elaborado e estruturado.

E é assim que eu dou por mim num Domingo à noite, sem nenhum sítio onde ir, de calças de ganga e all star, mas com um cabelo* digno da passadeira vermelha dos Óscares. Estou a verdadeira bimba! Valha-me ao menos a cor das nuances, que ficou perfeita...

*Já que falamos nisso, ele caiu bastante na última semana, mas eu ainda quero acreditar que é tudo fruto da época do ano. Se já aguentámos quase 4 meses, não será agora...

Dear Santa #12*

Está decidido: um destes há-de ser meu. Agora só falta é escolher a cor...

Swatch Chrono Plastic - 2010


*Já nem me lembrava desta minha rubrica, mas como o Natal é quando uma mulher quiser, aqui fica o regresso...

sábado, 20 de março de 2010

Mesmo que não pareça...

... é Primavera!

Vai Gervásio, são os teus anos...!


Há precisamente um ano atrás, lembrei-me de criar um blog. Nunca pensei que ele se viesse a tornar uma parte tão importante da minha vida, nem vir a conhecer (ainda que virtualmente) gente tão fantástica.

O meu muito obrigada a todos aqueles que me lêem (i. e., à minha irmã e àquele senhor gordo que me envia todos os dias propostas indecentes para o e-mail).

sexta-feira, 19 de março de 2010

Isto ao metro sai mais barato


Ainda me lembro da primeira vez em que me levou ao cinema, tinha eu três anos. Na altura, o Teatro de São João também funcionava como sala de cinema e foi lá que juntos acompanhámos as aventuras dum ratinho que se perdeu da família e que a todo o custo tentava reencontrá-la. Estávamos no tempo em que os filmes infantis ainda não eram dobrados em Português, e ele, com a paciência que tão bem o caracterizava, leu-me as legendas todas. Fê-lo sem reclamar, utilizando sinónimos mais fáceis para o meu entendimento. E daí nasceu uma tradição: sempre que saía um novo filme de animação, lá íamos nós.
Também recordo as idas ao circo na época do Natal, as farturas no dia de São Gonçalo e aquela gaiola pequenina e colorida com um grilo que ele me oferecia quando chegava o calor. No São João, comprava-me sempre um manjerico que dava flor em Agosto e que só morria quando vinha o frio.
Outro dos nossos rituais, era a ida à Feira do Livro. Lembro-me de voltar para casa carregada de estórias que ele depois lia em voz alta, até eu as saber de cor. E dos outros livros, aqueles que me trazia sem motivo aparente, e que faziam as minhas delícias.

Nunca foi um pai muito presente. Saía de casa antes de eu acordar e quando chegava, já eu estava a dormir. Era a minha mãe que, muitas vezes, durante a semana me levava ao trabalho dele, para que eu não o visse apenas na única folga semanal que ele se permitia tirar. Mas esse dia, por muito que o corpo só pedisse sono e descanso, ele dedicava-o a mim e à minha irmã e isso valia por uma semana de desencontros.
Não vou ser hipócrita e dizer que senti muito a falta do acompanhamento diário dele. Só sentimos a falta do que já tivemos e eu nunca fui habituada a que fosse de outra maneira. Aliás, quando ele resolvia tirar férias, ao fim de uma semana já eu estava ansiosa para que ele voltasse ao trabalho, de tal modo estranhava a sua figura sempre lá por casa, nas rotinas que eram só nossas - minhas, da minha mãe e da minha irmã. Não era por mal, simplesmente não estava acostumada. Para piorar, ele teimava em fazer sempre os deveres da escola comigo, e em passar-me mais exercícios quando eu terminava aqueles que a professora tinha mandado. Como todos sabem, isso constitui praticamente um atentado aos direitos de uma criança.

Costumo dizer que o meu pai não nasceu para ter filhas adolescentes e adultas. Assim que passei a saber andar sozinha na rua e deixei de gostar de circo, de ler os livros dos Irmãos Grimm e de ver os filmes da Disney, ele deve ter achado que a única coisa que eu precisava da parte dele era o suporte económico e afastou-se. Passou a ceder ao cansaço e a dormir durante a maior parte do seu dia de folga, e as nossas conversas a ser quase exclusivamente sobre a escola. Sempre exigiu muito no que toca aos estudos. Lembro-me de chegar a casa feliz da vida, com testes de Muito Bom e de mesmo assim ouvir um raspanete por ter falhado naquele pormenor que me poderia ter garantido um Excelente. Quando trazia um Excelente, em vez de um sorriso orgulhoso, recebia aquele discurso já familiar de que poderia ser sempre assim se eu me esforçasse, de que eu era uma preguiçosa e que não aproveitava as minhas capacidades. Na altura estes discursos levavam-me às lágrimas. Custava muito ser tão elogiada na escola e em casa não ver reconhecido o meu mérito.

Depois de na infância ter sido um pai cúmplice, que brincava connosco e nos livrava dos castigos da mãe, na adolescência descobri um pai imperfeito, com o qual tive uma convivência muitas vezes difícil. Mas às vezes Deus escreve certo por linhas tortas, e os obstáculos da vida acabaram por nos reaproximar. Quis o destino que fosse ele o primeiro a saber da minha doença e ao longo deste trajecto sinuoso ele tem-me surpreendido muito. Não descansa quando eu vou a uma consulta e não lhe ligo imediatamente a contar como correu, chora de alegria e abraça-me quando lhe dou boas notícias... E embora continue a chegar tarde a casa, agora todas as noites vai ao meu quarto perguntar-me como me sinto, e nos dias em que a febre e as dores levam a melhor, eu noto a inquietação na cara dele.

Continuo a achar que ele errou, mas acho que já o perdoei. Perdoei-o quando, na minha Serenata de caloira, me viu trajada pela primeira vez e me apertou nos braços, dizendo que tinha muito orgulho em mim. Perdoei-o quando vi o quanto ainda se preocupa com a minha mãe. Perdoei-o definitivamente quando pensei que ele poderia ter morrido.
Não, o meu pai não é o melhor do mundo. Tem muitos defeitos, falhou em muitas coisas e perdemos momentos juntos que nunca mais poderemos recuperar. Mas se hoje não vivo sem livros, a ele o devo; se adoro cinema, a culpa é dele. Se nunca duvidei das minhas capacidades, foi porque ele me fez acreditar que eu posso ser a melhor. Se nunca me faltou nada, se pude chegar onde cheguei, é ao esforço dele que tenho a agradecer.

E hoje, quando me dou conta de que não o vou ter ao meu lado para sempre, sinto um aperto no peito. E gostava que a vida nos tivesse feito diferentes aos dois, gostava de conseguir ser espontânea com ele ao ponto de o encher de beijos e de lhe dizer que o amo assim mesmo, com tudo o que de bom e de mau ele tem. Porque a verdade é mesmo essa: amo-o e não o trocava por nenhum outro pai no mundo.

História de um meninozinho que um dia descobriu a dor...



Acabei ontem à noite de ler o Meu Pé de Laranja Lima. Dêem-me tempo para fazer o meu luto.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Devia dar direito a indemnização

O que me dá mais raiva é que ele conseguiu estragar muitas das músicas que eu adorava. Eram músicas boas, muito boas mesmo, e agora não as posso ouvir porque me fazem lembrar dele.
Nunca mais hei-de partilhar os meus gostos musicais com nenhum namorado. Afinal de contas, os homens vão e vêm, mas a música fica para sempre.

A não esquecer:


Estou seriamente a pensar colar isto na parede do meu quarto. E tatuá-lo na palma da minha mão.

Mínima 13ºC/ Máxima 17ºC

Sabemos que algo não vai bem na nossa vida quando os momentos mais felizes do nosso dia são patrocinados pelo Instituto Português de Meteorologia.

quarta-feira, 17 de março de 2010

My chicken soup for the soul #4

E depois há dias em que sabe bem ter o telemóvel ligado, só para recebermos mensagens destas:

Vê se comes! Sabes que um aumento mínimo faz toda a diferença. Ah, e eu prometi que deixava de fumar se tu ficasses boa, por isso se não queres que eu morra cedo é bem que fiques mesmo boa :-)

Da minha Osguinha. Who else?

How to lose a guy in ten days : #1 - Vista-se com as roupas da sua avó

Diz-se por aí que a Kate Winslet e o Sam Mendes se separaram. Eu tenho para mim que a culpa foi daquele vestido completamente sem graça que ela levou aos Óscares. Nenhum casamento, por mais sólido que seja, sobrevive a uma coisa tão pavorosa.

terça-feira, 16 de março de 2010

E pensar que em tempos já foi uma obsessão


Ontem fiquei sem bateria no telemóvel às duas da tarde. Já passava da meia-noite quando me lembrei de o pôr a carregar. Isto é o quão comunicativa e social eu ando.

Report

O inimigo continua a ceder, está cada vez mais fraco e a manter-se assim temos boas hipóteses de vencer esta guerra. No entanto, as tropas aliadas começam a ressentir-se do combate, estão bastante debilitadas e contam já com muitas baixas, pelo que é possível que tenhamos de reduzir a intensidade do ataque e de recorrer a armas menos potentes. É certo que assim o inimigo poderá ter oportunidade de se reestabelecer e de voltar à carga com mais força, mas será um risco que teremos de correr, uma vez que somos contra os kamikazes e os ataques suicidas e que só poderemos sacrificar os nossos soldados até determinado ponto.
Aguardemos pelos próximos dias. Pode até ser que não percamos mais homens e que consigamos manter a nossa estratégia tal como a planeámos inicialmente.

É isto... Gosto das metáforas militares.

Já cá cantas


Na versão para cabelos secos e/ ou estragados. A ver se és assim tão bom como te pintam...

segunda-feira, 15 de março de 2010

Este blog é pelos termos científicos

Onicofagia - é disso que eu padeço hoje à noite, em vésperas de saber o resultado de mais um exame.

Assim tipo o Quim e o Zé

Fui só eu que quando ouvi o nosso Presidente da República a defender a criação da figura do jovem empresário rural pensei logo em personagens destas?

Contas feitas

Da tarde de ontem, podemos contabilizar uns boyfriend jeans, uma écharpe, um DVD e um livro. Fui comedida, portanto, mas confesso que ajudou bastante o facto de não ter visto quase nada de jeito.

Lojinhas da minha preferência: continuem assim, e talvez eu consiga vir a equilibrar a minha balança de pagamentos.

É melhor resignar-me

52 semanas no ano, e o aniversário do meu pai tinha de calhar justamente naquela em que se comemora o Dia do Pai. O universo tem formas perversas de garantir que eu nunca hei-de enriquecer.

domingo, 14 de março de 2010

Finalmente


Hoje vou lutar contra a minha letargia e vou-me obrigar a sair de casa. Vou talvez ver as novas colecções, comprar coisas coloridas que tornem os meus dias mais felizes. E depois vou-me enfiar na FNAC e vou sair de lá cheia de livros e DVD's, que me hão-de confortar a alma quando tudo o resto não resultar.

sábado, 13 de março de 2010

It's been a hell of a week


Obrigada a todas as pessoas fofis que me deixaram comentários de incentivo e apoio. Vocês foram a única coisa boa que me ficou desta semana infernal. Valeu, gente!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Só para descontrair


Nunca me hei-de cansar de gozar com estes dois. Sim, este blog é 100% pela Jennifer Aniston.

Este país não nos merece


Hoje fiz contas e ainda não recuperei da crueldade desta aritmética. No mês de Fevereiro, entre IVA's, retenções na fonte e pagamento à segurança social, o governo levou-me mais de €700*. E é assim todos os meses, com a agravante de que naqueles em que participo noutros projectos este valor ainda aumenta.
O mais irónico no meio disto tudo é que mesmo estando a passar por uma fase bastante crítica a nível de saúde, sou obrigada a fazer um sacrifício digno de beatificação e a continuar a trabalhar, porque aparentemente €700 e tal euros em descontos não são suficientes para que o Sr. José Sócrates considere que eu tenho direito a baixa.

Fosse eu uma malandra que não quisesse fazer nada, e tinha uma mesada do governo, para continuar em casa a parasitar. Mas infelizmente sou uma pessoa batalhadora, licenciada por uma das melhores universidades deste país, em vias de ter duas pós-graduações; contribuo com quase dois salários mínimos para o avanço da nação e mesmo assim nem uma pausa posso fazer quando o meu sofrimento físico e psicológico está no seu auge. Faz todo o sentido, realmente.


*Não fiquem a pensar que ganho um balúrdio de dinheiro, porque não é verdade. Em bruto, seria um vencimento apenas aceitável, tendo em conta as minhas qualificações e a exigência do meu trabalho; com estes impostos todos, a quantia que trago efectivamente para casa acaba por se tornar ridícula.

quinta-feira, 11 de março de 2010

E agora até vai parecer que acredito n'O Segredo

Colega: Não lanchas?
Cinderela: Não, não posso.
Colega: Porquê?
Cinderela: Não vês que ainda agora vim do dentista? Fui fazer uma destartarização.
Colega: Mas isso não costuma doer...
Cinderela: E não me dói. O que eu não quero é voltar a encher-me já de tártaro.

E é isto: mesmo sem vontade nenhuma, lá fui eu à consulta fazer a limpeza aos dentes que há muito vinha a adiar.
A minha parte está feita, agora a bola está do teu lado, querida vida. Fico ansiosamente à espera que me dês motivos para encandear toda a gente com a luz do meu sorriso.

Necessidades

Um copo cheio disto:

quarta-feira, 10 de março de 2010

Às vezes também chove nos dias de sol

Uma hora de viagem sempre a chorar, desde que arranquei até que estacionei. Seria de esperar que alguma da tristeza se tivesse libertado e viesse dissolvida nas lágrimas, mas não. Continua cá todinha.

Cinderela na idade dos porquês

Porque é que algumas pessoas quando usam eyeliner/ lápis nos olhos só fazem o contorno da pálpebra inferior? Será que têm pressa e que já não têm tempo de tratar da pálpebra superior? Deve ser isso, só pode.

The Muppet Show

Eu cá também adorava os Muppets. Mas certamente não tanto quanto a Lady Gaga ou a Katy Perry.



O senhor (livro) que se segue

Vou finalmente ler o Meu Pé de Laranja Lima, do José Mauro de Vasconcelos. Vou com uns 18 anos de atraso relativamente à maioria das pessoas, que o lê na infância, mas provavelmente agora vou conseguir compreendê-lo de uma outra forma. Imagino que seja assim mais ou menos como quando relemos O Principezinho depois de crescidos.

terça-feira, 9 de março de 2010

Fora com os estereótipos de género

Acabo de receber uma sms de um colega de trabalho a dizer mal de um outro colega nosso, também ele do sexo masculino. E depois ainda dizem que nós, mulheres, é que somos as fofoqueiras e as conflituosas...

Tenham muito medo

Acabei de descobrir um site que ensina a fazer vodu.
Agora é rezar para que o departamento de informática nunca se lembre de ir ver o meu histórico de navegação na Internet. Bem, mas se virem também não acredito que queiram ter problemas com uma pessoa cujos conhecimentos lhe permitem infligir dor à distância. Digo eu…

Nostalgia #11

Eu ainda sou do tempo das Peta Zetas, que faziam borbulhinhas na língua.

Vão chatear outra

Apesar do frio, está um belo dia de sol e eu hoje até acordei mais animada do que vem sendo hábito. Agora não me lixem, deixem-me saborear estes raros momentos e parem mas é de me importunar com telefonemas que eu não tenho vontade nenhuma de atender, sim?

segunda-feira, 8 de março de 2010

Convicções ideológias à parte

Mantenho tudo o que escrevi no post anterior. No entanto, se me quiserem oferecer prendinhas pelo simples facto de no meu cariótipo constarem 2 cromossomas sexuais de tipo "X", estejam à vontade, que eu não me importo nada.

Do Dia Internacional da Mulher


A mim, o Dia Internacional da mulher soa-me normalmente a frases do tipo "Vá Maria, hoje vamos à churrasqueira da esquina comprar um frango assado, para não teres de cozinhar. Frita só umas batatas daquelas congeladas, que isso também não te custa nada."
E a Maria, que trabalha tantas horas fora de casa como o marido mas que ao fim do mês ganha bastante menos do que ele, que divide as tarefas domésticas segundo a regra do "ele suja, ela limpa; ele desarruma, ela arruma", fica feliz da vida por ter arranjado um homem tão bom, que até nem exige comida caseira no dia 8 de Março.

Nem mais

"Vida: jogo sem regras, que muda sem avisar."

Ouvi esta definição no fim-de-semana e, infelizmente, entendi-a como talvez poucos consigam.

domingo, 7 de março de 2010

Where does the good go?

Sou um pouco preconceituosa quanto a música, mas esta surpreendeu-me. Ouvi-a num episódio da Anatomia de Grey e foi amor à primeira escuta. Está lá tudo, sem cair em exageros melodramáticos (perfeitamente dispensáveis neste momento). Ouçam, que vale a pena.


Tegan and Sara - Where does the good go?

Sem o patrocínio do Prozac

O pior de tudo, é que sei que amanhã vai ser igual. E no dia a seguir também. E no outro. Não consigo acreditar que alguma coisa vá mudar, mas se acontecer, será de certeza para pior.
Sei que já fui feliz, tão feliz que nem sei bem como cheguei a este estado, mas esses dias já foram há muito tempo atrás. Talvez seja isso, talvez todos nasçamos com um determinado crédito em dias de felicidade e eu já tenha esgotado o meu.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Assim deixo de ser responsável pelos meus atrasos

O tempo ultimamente não me chega para nada. Vai-se a ver e a culpa não é minha, que sou uma desorganizada de primeira categoria; a culpa é do sismo do Chile, que ao ter deslocado o eixo da Terra, encurtou os dias em 1,26 milionésimos de segundo.
E pensam vocês: Que desculpa mais esfarrapada! São apenas 1, 26 milionésimos de segundo! Pois é, meus caros, mas isto cada um é que sabe da sua vidinha, e a mim esses milionésimos de segundo fazem-me toda a diferença.

E até ofereço a patente

Senhores das tecnologias que nos põem todos em contacto uns com os outros:

Para quando uma funcionalidade que permita eliminar do telemóvel/ e-mail do destinatário aquelas mensagens deprimentes de que nos arrependemos logo no exacto momento em que acabamos de as enviar? Se conseguirem desenrascar qualquer coisa assim nos próximos 5 minutos, eu ficava-vos muito grata.

My chicken soup for the soul #3


Estas palavras, vindas de uma das meninas mais corajosas, mais resilientes e mais engraçadas de toda a blogoesfera. É fenomenal, esta miúda. Cai, chora, lambe as feridas e volta a erguer-se, mais forte do que nunca. É um exemplo de vida, quando for grande quero ser como ela.

Obrigada, Neni. Por muito que eu aqui escrevesse, nunca conseguiria traduzir em palavras a honra que me deste e o orgulho que me fizeste sentir. Não merecia tanto.

Um beijo enorme, minha querida.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Ao menos são boas notícias

Se eu vivia bem sem ter de falar com o meu pai sobre a próstata dele? Sim, vivia muito bem. Mas, por algum motivo, ele gosta sempre que eu veja as análises dele ainda antes de as mostrar ao médico, e eu dou por mim a dizer-lhe coisas do tipo "Parabéns, papá! A julgar pelos valores do PSA, a tua próstata está óptima!".

Hakuna Matata

Devia ser o meu lema de vida. Lá chegarei, um dia. Entretanto, esta música vai-me deixando mais animada.


Os teus problemas
São para esquecer,
P'ra sobreviver
Tens de aprender:
Hakuna Matata

Já o contrário, seria um furo

Parece que a Naomi Campbell voltou a "chegar a roupa ao pêlo" a um colaborador, neste caso o motorista do seu modesto Cadillac Escalade. Não sou jornalista, nem nada que se pareça, mas estava inclinada a dizer que quando é o cão que morde o homem não temos notícia...

quarta-feira, 3 de março de 2010

My chicken soup for the soul #2

Chegar a casa, tomar um banho quentinho, vestir o pijama e jantar na cama, enquanto vejo mais dois episódios da Betty Feia. That´s as good as it gets for me.

Sim, ainda se trabalha por estes lados.

Nostalgia #10

Eu ainda sou do tempo das notas de cem escudos.

De certezinha

Se eu escrevesse aqui tudo o que me vai na alma, este seria provavelmente o blog mais deprimente de todos os tempos.

terça-feira, 2 de março de 2010

Gente que utiliza a expressão "volta de 360º" para designar algum tipo de mudança radical:

Vocês não eram alunos(as) brilhantes a Geometria, pois não?

It's a beautiful life

E é assim, ao fim de 3 meses a voltar do hospital sempre com boas notícias, lá teria de vir um dia diferente.

Toma! Mais um murro certeiro no estômago. E deixa-te lá de lamentações, vai mas é fazer alguma coisa de útil para a sociedade.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Hopefully

Gosto de guerras declaradas...

... Mas gosto ainda mais das outras, das que não são assumidas frontalmente, que levam à troca daqueles galhardetes sem destinatário explícito (apesar de todos percebermos para quem são).
É giro acompanhar este mundo dos blogs e ver estas coisas acontecerem mesmo em frente dos nossos olhos. Dá vontade de ir buscar uma coca-cola fresquinha e de ficar confortavelmente instalada em frente ao PC, à espera da próxima retaliação.

Para todos os efeitos, padeço de hipoglicemia

As pessoas normais, a meio da manhã comem uma peça de fruta ou um iogurte. Eu como uma taça bem atestada de pudim caseiro. E depois é ver-me fugir da balança como o diabo foge da cruz.

Boss friendly month

Mês de Março,

Já que vais ser enorme (23 dias úteis, sem um feriadinho sequer para amostra), o mínimo que espero de ti é que me tragas muito sol e que me dês aquela alegria pela qual eu tanto anseio. Vá, não me faças ter de usar o argumento de que sou uma miúda doente, porque os meus escrúpulos já se foram há muito.